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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Estamos comendo plásticos???

      Selecionei aqui vários artigos que falam a respeito do Bisfenol A (BPA), ele não é um nutriente, é um tipo de plástico presente em algumas embalagens, mamadeiras e que certamente deve provocar danos ao meio ambiente e à nossa saúde, veja:

O Ministério Público Federal vai instaurar um inquérito para apurar os riscos da substância bisfenol A (BPA) à saúde, suspeita de causar doenças e proibida em outros países. Ela é utilizada na produção de garrafas plásticas, mamadeiras e outros produtos de plástico.
SXC
No Brasil, o BPA é utilizado na produção de garrafas plásticas, mamadeiras, copos para bebês, entre outros
No Brasil, o BPA é utilizado na produção de garrafas plásticas, mamadeiras, copos para bebês, entre outros
O inquérito foi instaurado pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão para apurar os eventuais efeitos nocivos à vida e à saúde das pessoas gerados pelo BPA, além da forma de regulamentação de seu uso pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), segundo informações do ministério.
O procurador Jefferson Aparecido Dias determinou que sejam solicitadas à Anvisa informações sobre a regulamentação da utilização do BPA, além de eventuais estudos existentes sobres seus aspectos nocivos.
O MPF informou que a preocupação sobre os riscos se sustenta em recentes pesquisas divulgadas por uma universidade norte-americana.
Para cientistas, o BPA seria causador de algumas doenças, como câncer de mama, distúrbios cardíacos, obesidade e hiperatividade. Grávidas e crianças pequenas merecem atenção especial.
A substância pode prejudicar as funções endócrinas e alterar o funcionamento do hormônio feminino estrogênio.
O BPA já foi proibido em outros países, como Canadá, Dinamarca e Costa Rica, e em alguns Estados norte-americanos.
No Brasil, o BPA é utilizado na produção de garrafas plásticas, mamadeiras e copos para bebês, entre outros produtos de plástico.(Folhauol/equilibrioesaude)




Bisfenol A ou BPA é um difenol, utilizado na produção do policarbonato de bisfenol A, o policarbonato mais comum, e de outros plásticos.  A susbtância é proibida em países como Canadá, Dinamarca e Costa Rica, bem como em alguns Estados norte-americanos, mas no Brasil ela é utilizada na produção de garrafas plásticas, mamadeiras e copos para bebês e produtos de plástico variados. (wikipedia)
     


 No site brasilescola, por Líria Alves:


 


A mamadeira que você usa para alimentar seu filho pode oferecer riscos à saúde dele. A matéria-prima para a confecção de mamadeiras, o plástico, tem como componente uma substância denominada Bisfenol A. Bisfenol A entra na composição do plástico para oferecer maleabilidade, ou seja, sem ela o plástico fica duro e quebradiço. Estudos mostram que o acúmulo deste aditivo pode provocar câncer, está também associado à puberdade precoce em meninas, uma vez que imita o hormônio Estrogênio. A substância em questão também está presente em outros objetos plásticos, mas veja agora por que crianças são alvo principal: 
 Quando aquecemos líquidos dentro da mamadeira, como o leite, por exemplo, esta desloca seus componentes (dentre eles o Bisfenol) para o líquido, sendo assim, o alimento vai ficar contaminado pelas substâncias presentes no plástico da mamadeira. Como as crianças são mais frágeis, acabam se tornando as maiores vítimas. 
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a quantidade de Bisfenol A presente em mamadeiras (0,6 mg/Kg) não afeta a saúde. Em contrapartida, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), aconselha a suspensão do uso alegando não haver níveis seguros: “na dúvida é melhor não arriscar”. 
Mas existem alguns plásticos que não contêm tal substância, é o chamado BPA-free, e por isso sua utilização vem crescendo muito, principalmente em países de primeiro mundo, como os Estados Unidos por exemplo. 
O melhor seria substituir a mamadeira de seu filho pelo copinho para servir líquidos, segundo especialistas, este método é mais seguro, uma vez que as mamadeiras são suspeitas de causar danos às articulações faciais e provocar alterações ortodônticas. 
No site: http://sbemsp.org.br
 O Bisfenol A (BPA) é um composto utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina utilizada na produção da maioria dos plásticos. O BPA também está presente na resina epóxi, utilizada na fabricação de revestimento de latas para evitar a ferrugem e prevenir a contaminação externa. Algumas empresas já desenvolvem produtos sem a presença do BPA, para evitar prejuízos à saúde do consumidor. Segundo os pesquisadores, o componente tem similaridade com o hormônio feminino e da tireoide. Ao entrar em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, pode romper o sistema endócrino, por interação com os receptores desses hormônios, trazendo danos irreversíveis à saúde da população.

A substância atua tanto por ingestão como por contato com a pele e consequente absorção. O grande problema do uso do BPA é o fato de a substância se desprender e contaminar alimentos ou produtos embalados, pelo contato direto. O plástico contendo Bisfenol A tanto quando aquecido ou congelado apresenta uma contaminação ainda maior. De acordo com os especialistas,  ingerimos cerca de 10 microgramas de BPA por dia.


Em todos os países existem regulamentos específicos sobre os diferentes materiais em contato com alimentos, incluindo qualquer tipo de plástico, revestimentos de superfície (entre eles os vernizes, esmaltes e tintas) e os adesivos de embalagens. No caso da Legislação Brasileira, a diretiva da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil) é normalizada junto ao Mercosul e foi revista em março de 2008 (RESOLUÇÃO ANVISA Nº 17, DE 17 DE MARÇO DE 2008). Esta lei se baseia na da Comunidade Européia de 2004 (COMMISSION DIRECTIVE 2004/19/EC).Para o bisfenol A, o limite de migração máximo (LMELimite de Migração Específico)permitido das embalagens para os alimentos e bebidas é de 0,6 mg/kg de material plástico.

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