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domingo, 27 de março de 2011

Canalha, substantivo feminino

Atualmente, estou impressionada com o comportamento das mulheres, e pesquisando sobre o assunto na net, esbarrei com este título, e este texto. Achei interessante e trouxe:
A palavra canalha é um substantivo geralmente associado ao homem. Não poderia ser diferente já que, embora tenham ocorrido mudanças significativas, ainda vivemos numa sociedade machista. E é desse machismo que derivam algumas situações, nas quais se enquadram os canalhas. Mas seria a canalhice, uma prerrogativa dos homens? A jornalista Martha Mendonça diz que não. E questiona essa prerrogativa no seu livro “Canalha, substantivo feminino”, onde afirma que as mulheres “ também podem ser cruéis e cafajestes em uma relação a dois”. “As canalhas se fazem de vítimas, fazem com que os outros sejam prisioneiros.
No livro, Martha traz histórias narradas na primeira pessoa. E nelas, “é a mulher quem trapaceia, mente, trai e, sem dó nem piedade de seus companheiros de trama, usa e abusa dos sentimentos alheios” . Ali estão os - não tão raros - exemplares da natureza amoral que a jornalista conjuga em gênero feminino. A jornalista lista, entre as tantas, a que ela considera a pior: aquela que é a frágil e manipuladora. “Elas atuam na vitimização, na chantagem emocional e vão pondo o homem contra os filhos, contra a família, Até conseguirem o que querem".
A jornalista afirma que não quer dizer, com o livro, que a mulher é canalha, mas sim que ela pode ser também. Como pode ser tudo. “A gente tem capacidade para tudo. Até para ser canalha, por que não?” Ao responder sobre se as mulheres podem ser mais canalhas que os homens, a jornalista respondeu: “depende dos canalhas, de ambos os lados. As canalhas se acham as piores, pelo menos é o que acham os homens. Costumo dizer que os homens são mais canalhas na quantidade. Já as mulheres são mais canalhas na qualidade".
Segundo Martha, o livro foi escrito a partir da idéia de “Meu querido Canalha”, uma coletânea de contos onde os homens eram sempre sedutores e as mulheres tremendamente idiotas. Aborrecida, ela se propôs a mostrar que não é bem assim. E no avesso da história, ela homenageia os autores homens do livro da referência, dando os seus nomes aos seus personagens: Ruy (Castro), Geraldo (Carneiro) e Marcelo (Madureira), entre outros.

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Editora Record
Gênero:Crônicas/Contos /144 páginas
Preço: R$ 29,90 

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